18.12.10

Workshop: configurando redes. por Lilian Amaral e Daniel Toso


2 Comments:

Blogger corpos said...

A configuração das cidades seria outra caso usássemos nosso corpo-andante de outro jeito. Flanar, vagar, derivar, errar configuram-se como motores para pensarmos para além da arquitetura sedimentada, desviando-nos para perseguir a possibilidade de uma cidade performativa. Trata-se do deambular como arquitetura da paisagem, do caminhar como forma de arte autônoma, ato primário de transformação simbólica do território, instrumento estético de conhecimento e modificação física do espaço “atravessado” que se converte em “intervenção urbana”. Lilian Amaral

December 18, 2010 at 5:31 PM  
Blogger corpos said...

Praticar o lugar - real e imaginário, individual e coletivo, público e privado, material ou existencial - revela paisagens potenciais que instigam a experiência urbana e legitimam a intervenção e ocupação performativas como ação transformadora. Propõe-se atuar a partir de métodos inspirados em práticas urbanísticas que adotam o caminhar como prática estética, entendendo a corporalidade urbana como instância que desfaz a idéia do corpo como categoria genérica e impõe a necessária apreensão das especificidades locais.

Do nomadismo primitivo ao Dadaísmo e Surrealismo, da Internacional Letrista à Internacional Situacionista e do Minimalismo à Land Art, os métodos e processos desenvolvidos abordam a percepção da paisagem através de uma história da cidade percorrida. Por subsidiar modos de experimentar artisticamente as cidades, engajando corporalidade e devir, as idéias engendradas por tais práticas contemporâneas vem ganhando espaço e inspirando coreógrafos, performers e artistas que trabalham com arte urbana.
Lilian Amaral

December 18, 2010 at 5:32 PM  

Post a Comment

<< Home